ARQUIVO Você está visualizando os posts publicados em May de 2010

29.05.2010 por Joana Varon

Rede pela reforma da lei de direito autoral publica caderno “LDA em debate”

Por Marilia Maciel

O documento traça um panorama da atual lei brasileira e discute temas importantes, como acesso ao conhecimento, a relação entre os direitos autorais e os direitos do consumidor e a pirataria.

Durante muitos anos o direito autoral foi considerado um tema secundário. Apenas uma pequena parte da população se confrontava com questões que envolviam direito autoral – aqueles que escreviam livros ou faziam parte da cena musical. Hoje em dia esse cenário mudou radicalmente, já que qualquer pessoa que tenha acesso a conteúdos na internet entra em atrito constante com os direitos autorais.

Ações corriqueiras, tanto no âmbito on-line como no off-line, como replicar textos já publicados em outro site, usar imagens disponíveis na rede, passar músicas de um CD para um tocador de MP3, exibir filmes em sala de aula ou tirar xerox de trechos de livros para estudar, podem ensejar um conflito com as normas de direito autoral vigentes. Diante desse contexto, o tema dos direitos autorais e a sua reforma dizem respeito a toda a sociedade.

A lei em vigor no Brasil (lei 9.610) foi criada em 1998 e passa agora pela primeira revisão significativa. Desde 2007 o Mistério da Cultura vem realizando debates com a ampla participação dos interessados para discutir uma proposta de reforma. Um anteprojeto de lei deverá ser submetido à consulta pública em breve. Baixe aqui o caderno sobre a reforma da Lei de direitos autorais e entenda as principais questões envolvidas nesse debate.

Participam da rede pela reforma da LDA: Ação Educativa; Associação Brasileira dos Estudantes de Educação à Distância; Casa da Cultura Digital; Coletivo Ciberativismo; Coletivo Epidemia; Comunidade Recursos Educacionais Abertos; CTS/FGV – Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas ; CUCA da UNE – Circuito Universitário de Cultura e Arte da União Nacional dos Estudantes; Gpopai/USP – Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo; GT – Livro – Grupo de trabalho sobre o acesso ao livro dos estudantes da Universidade de São Paulo; IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor; Instituto NUPEF – Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação; Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social; Instituto Paulo Freire; Laboratório Brasileiro de Cultura Digital; Movimento Mega Não!; Música Para Baixar (MPB); Partido Pirata; Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital ; UNE – União Nacional dos Estudantes.

FisherPhoto6

17.05.2010 por Koichi Kameda

Professor de Harvard ministra curso de Propriedade Intelectual na FGV Direito Rio

Curso de Propriedade Intelectual Avançada

Professor William Fisher

Período: 17 a 21 de maio
Horário: 16 às 19h
Local: FGV Botafogo – Praia de Botafogo, 190, Auditório 318

O curso de uma semana examinará, com profundidade, cinco questões controversas relacionadas ao direito de Propriedade Intelectual.

07.05.2010 por Joana Varon

Série de artigos discute pontos negativos do ACTA

A Folha de São Paulo de 6 de maio publicou uma série de artigos sobre o ACTA, analisando os efeitos negativos para o país caso esse tratado seja assinado.

Seguem abaixo os textos na íntegra:

ARTIGO 1

Brasil é alvo de ricos em pacto antipirataria

Por Luciana Coelho (de Genebra) e Andrea Murta (De Washington)

Um acordo sobre propriedade intelectual negociado a portas fechadas por EUA, Japão, União Europeia e outros oito países terá como alvo maior Brasil e China, segundo apurou a Folha.

07.05.2010 por Joana Varon

Conquistas da 5ª Reunião do Comitê sobre Desenvolvimento e Propriedade Intelectual da OMPI

A 5ª Reunião do Comitê sobre Desenvolvimento e Propriedade Intelectual (CDIP), da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), teve alguns bons resultados. Um dos principais resultados foi a estruturação dos mecanismos de acompanhamento e coordenação da implementação da Agenda de Desenvolvimento (AD), tema essencial para pensar sobre as implicações práticas e funcionais das atividades no âmbito da CDIP.

Contudo, chegar a um consenso sobre o tópico não foi uma tarefa fácil.